Detetives de Clio, Fazendo História
Este Blog foi criado com o objetivo de ampliar o universo da sala de aula e da investigação da história através de linguagens e abordagens múltiplas.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
A Crise do Capitalismo e a Grande Depressão de 1929
A Crise de 1929
O ano de 1929 pode ser considerado o marco de uma das maiores crises da história do capitalismo. Foi o ano em que os Estados Unidos foram abalados por uma grave crise econômica que repercutiu no mundo inteiro.
Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918),os Estados Unidos, foram os principais fornecedores dos países europeus, exportando grandes quantidades de produtos industrializados, alimentos e capitais (sob a forma de empréstimos).
No pós-guerra, os Estados Unidos, tornaram-se a maior potência econômica do mundo. Em 1920, a indústria norte-americana produzia quase 50% de toda a produção industrial do mundo. Por quase toda a década de 20, a prosperidade econômica gerou nos norte-americanos um clima de grande euforia e de consumo desenfreado, gerando o modo de vida americano (American way of life), como modelo de progresso. Viver bem significava consumir cada vez mais.
A “procura da felicidade” se resume basicamente na contínua busca por uma melhor qualidade de vida, que na maioria das vezes pode ser resumida em consumo desenfreado. Esse ideal fica expresso no slogan de Hoover: “um frango em cada panela e dois carros em cada garagem”.
O “estilo americano de vida” levava em conta também a adoção de “bons costumes”, que fomentassem a moralidade entre os americanos. Isso levou a proibição em 1920 da fabricação, comercialização e transporte de qualquer bebida alcoólica dentro do território norte-americano. Essa proibição fez com que surgissem os gangsteres, que lucravam muito com a venda de bebida, jogatina e outros negócios ilegais. Muitos gangsteres tornaram-se famosos e ricos, comandando pequenos exércitos que tinham por função proteger os seus negócios.
A euforia em relação à superprodução e ao consumo pode ser verificada, por exemplo, no campo, onde a espetacular mecanização se reverteu em um impressionante aumento de produtividade, ocasionando safras recordes. As indústrias, por sua vez, estimuladas pela expansão do crediário, produziam bens de consumo, ou os chamados “sonhos de consumo” em ritmo alucinante. Os americanos, por meio do crediário passaram a não apenas sonhar, mas comprar bens sem a certeza de que teriam condições de quitar a divida.
O “estilo americano de vida” levava em conta também a adoção de “bons costumes”, que fomentassem a moralidade entre os americanos. Isso levou a proibição em 1920 da fabricação, comercialização e transporte de qualquer bebida alcoólica dentro do território norte-americano. Essa proibição fez com que surgissem os gangsteres, que lucravam muito com a venda de bebida, jogatina e outros negócios ilegais. Muitos gangsteres tornaram-se famosos e ricos, comandando pequenos exércitos que tinham por função proteger os seus negócios.
A euforia em relação à superprodução e ao consumo pode ser verificada, por exemplo, no campo, onde a espetacular mecanização se reverteu em um impressionante aumento de produtividade, ocasionando safras recordes. As indústrias, por sua vez, estimuladas pela expansão do crediário, produziam bens de consumo, ou os chamados “sonhos de consumo” em ritmo alucinante. Os americanos, por meio do crediário passaram a não apenas sonhar, mas comprar bens sem a certeza de que teriam condições de quitar a divida.
Porém, no final da década de 20, a produção norte-americana atingiu um ritmo de crescimento muito maior do que a demanda por seus produtos, gerando uma crise de superprodução.
Em 1929, os Estados Unidos conheceram uma profunda crise econômica, com a queda da Bolsa de Valores de Nova York, que gerou uma grave crise interna, um alto índice de desemprego e que acabou afetando vários países do mundo.
Causas
Até por volta de 1925, os países europeus lutavam com dificuldades para reconstruir a Europa, arrasada pela guerra. À medida que a reconstrução da Europa foi se reorganizando, Inglaterra, Alemanha e França procuraram atualizar seus parques industriais e tomaram uma série de medidas protecionistas para reduzir as importações norte-americanas.
Ao se aproximar o ano de 1929, os Estados Unidos produziam uma enorme quantidade de mercadorias para as quais não existiam compradores. Os preços das mercadorias despencavam e mesmo assim, não encontravam consumidores. A queda no comércio interno ocorreu porque os trabalhadores, que eram boa parte da população, recebiam baixos salários e não tinham recursos para comprar muitos produtos.
Os industriais perceberam então, a necessidade de reduzir o ritmo da produção. Para isso precisavam demitir milhões de trabalhadores. No decorrer da crise, o número de desempregados nos Estados Unidos atingiu mais de 15 milhões de pessoas.
A agricultura também enfrentava dificuldades devido à superprodução. Os fazendeiros norte-americanos foram obrigados a pagar altas taxas para armazenar seus produtos agrícolas e para evitar a queda do preço dos alimentos, no mercado interno. Mas, a simples existência desses estoques provocou o barateamento dos gêneros de primeira necessidade. Muitos fazendeiros endividados junto aos bancos, foram obrigados a entregar-lhes suas propriedades em pagamentos da dívida.
A superprodução provocada pelo subconsumo, a queda geral dos preços e a especulação geraram uma crise sem precedentes: a quebra da Bolsa de Valores, foi o início da Grande Depressão.
O governo procurava manter a ilusão de que tudo ia bem para, com isso, criar novas oportunidades de negócios fáceis. Membros do governo, políticos e outras pessoas influentes, através dos jornais e rádio, mantinham a imagem de prosperidade. As manifestações dos desempregados e as greves por melhores salários eram reprimidas com violência.
A Crise
A crise atingiu o mercado de ações e em 24 de outubro de 1929, a "quinta-feira negra" ocorreu o crack ("quebra") da Bolsa de Valores de Nova York.
Era na Bolsa de Valores que as grandes empresas americanas negociavam suas ações. Com a crise, muitas empresas foram à falência e o valor das ações na Bolsa caiu assustadoramente de um dia para outro.
A desvalorização refletia a estagnação do parque industrial norte-americano, cujas empresas faliam cada vez mais. Bancos faliram e milhões de trabalhadores americanos perderam seus empregos.
A quebra da Bolsa de Valores de Nova York repercutiu na maioria dos países capitalistas.
Muitas pessoas perderam grandes somas de dinheiro com isso. Houve pânico, desespero, tendo ocorrido até mesmo numerosos casos de suicídio.
O desemprego aumentou em todo o país: a miséria atingiu grande parte da população, pois a economia como um todo ficou profundamente desorganizada. Com a crise em 1929 e 1932, a produção industrial americana foi reduzida em 54%. Os 13 milhões de desempregados, em outubro de 1933, representavam 27% da população economicamente ativa no país.
A Crise no Mundo
A quebra da Bolsa de Valores de Nova York repercutiu na maioria dos países capitalistas. No período de 1929 a 1933, o comércio internacional teve uma redução de 25% e a produção industrial teve uma queda de aproximadamente 39%.
Na Europa, os americanos retiraram o dinheiro emprestado, provocando; falências em bancos; falências em empresas; aumento do número de desempregados.
Na América Latina, a repercussão da crise foi muito grande, pois os países forneciam basicamente produtos agrícolas e matérias-primas aos Estados Unidos. Com a crise, os Estados Unidos reduziram ou cortaram as compras que faziam desses países. Com menos dinheiro, os países latino-americanos deixaram de investir, gerando com isso desemprego e miséria.
O Brasil também foi afetado pela crise de 1929. O Café era o principal produto de exportação brasileiro, e os Estados Unidos, o nosso principal comprador. Por causa da crise, os Estados Unidos diminuíram suas compras de café, provocando o aumento dos estoques do produto no Brasil.
A Grande Depressão só não atingiu a União Soviética, que, isolada pelos países do Ocidente após a Revolução Socialista de 1917, tinha um comércio insignificante com os países capitalistas.
O New Deal
Para reverter a crise, o democrata Franklin Delano Roosevelt (1933-1945), eleito presidente dos Estados Unidos em 1932, adotou uma série de medidas sócio-econômicas para recuperar a economia norte-americana. A nova política econômica ficou conhecida como New Deal.
O New Deal (Novo Acordo), foi inspirado nas idéias do economista inglês John Keynes (1883-1946). O New Deal era um programa misto que procurava conciliar as leis de mercado e respeito pela iniciativa privada com a intervenção do Estado em vários setores da economia.
O Estado passou a intervir fortemente na economia, a solução foi abandonar o liberalismo econômico, começava uma nova fase do capitalismo, chamado capitalismo monopolista de Estado.
Principais medidas socioeconômicas adotadas pelo New Deal:
Controle, pelo governo, dos preços de diversos produtos agrícolas e industriais; auxílio à indústria e controle de produção; empréstimos aos fazendeiros arruinados, para pagarem suas dívidas; execução de grandes obras públicas, para ocupar parte dos desempregados; salário-desemprego, para aliviar a situação de miséria dos desempregados.
Pacto de reconstrução da indústria, realização de um acordo social pelo qual se garantiam os interesses dos industriais (limitação dos preços e da produção às exigências do mercado) e aos trabalhadores (fixação de salários mínimos, limitação das jornadas de trabalho).
Conclusão
A política do New Deal não alcançou todo o sucesso esperado. Mas conseguiu dar uma controlada no lado mais terrível da crise econômica que gerava fortes conflitos sociais.
Com essas e outras medidas, a economia começou a recuperar-se. No entanto, somente a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) criaria as condições para um novo impulso econômico dos Estados Unidos, pois a produção de armamentos aumentou o número de empregados e possibilitou grandes lucros às empresas.
In: http://www.historiamais.com/crise_de_1929.htm
Fontes consultadas:
NÉRE, Jacques. História Contemporânea. 2ªed. São Paulo: DIFEL, 1981.
BRENER, Jayme. 1929: a crise que mudou o mundo. 1ªed. São Paulo: Ática, Coleção Retrospectiva do Século XX, 1996.
NEVINS, Allan e COMMAGER, Steele H. Breve História dos Estados Unidos. São Paulo: Alfa-Omega, 1986.
Como funciona a bolsa de valores e qual sua importância na crise?
Quando uma empresa precisa de dinheiro para investir (para construir novas fábricas, por exemplo), ela pode pedir dinheiro emprestado aos bancos. Mas quando ela precisa de muito dinheiro, os juros dos bancos tornam o negócio um tanto caro e, talvez, o impossibilite. Neste momento a empresa pode decidir em abrir seu capital no mercado de ações. Neste caso, serão feitas diversas análises e cálculos para que se chegue estabelecer o preço de cada ação individual e quantas delas poderão ser lançadas no mercado. É o chamado “mercado primário”. Neste mercado, corretoras e bancos permitem que seus clientes comprem estas ações da empresa. Todo o dinheiro obtido com a venda das ações, pagando os devidos impostos, irá direto para o caixa da empresa – sem aqueles juros que os bancos cobrariam. Em troca, a empresa fica comprometida a dividir seu lucro líquido ajustado (25% dele, de acordo com a lei vigente) com cada pessoa que detém ações da empresa. Mas não se anime. Mesmo que uma empresa chegue a um lucro bilionário, há milhões ou bilhões de ações dela no mercado. No final, cada ação costuma render apenas alguns centavos. E este pagamento só é feita uma ou outra vez por ano. E se a empresa tiver prejuízo, você não recebe nada.
De qualquer maneira, após sair do “mercado primário”, os detentores iniciais das ações podem querem vendê-las a pessoas interessadas. É aí que entra a bolsa de valores, ou “mercado secundário”. Neste caso, quanto mais pessoas interessadas em comprar uma ação, mas ela tende a se valorizar. No geral, este interesse é mais especulativo, ou seja, na esperança que aquela ação irá se valorizar e, assim, o investidor poderá revendê-la por um preço maior e obter um lucro. O inverso também é verdadeiro: quando muitos querem se desfazer das ações e ninguém quer comprá-las, a tendência é que os possuidores diminuam o preço delas na tentativa de atrair compradores. A ação desvaloriza.
Atividades:
1- Caracterize o "American Way of life".
3- O que causou a crise de 1929?
3- O que foi o New Deal?
4- De que maneira o Brasil foi afetado pela crise?
5- Qual o país que não foi afetado pela crise e por que?
6- Teste seu conhecimento sobre o assunto com as questões abaixo:
a). Qual das alternativas abaixo apresenta uma das principais causas da Crise de 1929?
A - O crescimento econômico da China e do Japão prejudicaram as exportações dos Estados Unidos.
B - A crise no mercado imobiliário dos Estados Unidos, no final da década de 1920, afetou o valor das ações e derrubou as bolsas de valores no mundo todo.
C - No final da década de 1920, reconstruídas, as nações europeias reduziram drasticamente as importações de produtos industrializados e agrícolas dos Estados Unidos da América.
D - No final da década de 1920 ocorreu uma forte diminuição na quantidade de mão-de-obra disponível nos Estados Unidos e na Europa. Com poucos trabalhadores as indústrias entraram em forte crise.
__________________________________
B). Qual das alternativas abaixo não está relacionada com as consequências da Crise Econômica de 1929?
A - Aumento de falências de empresas nos Estados Unidos.
B - Crescimento do desemprego nos Estados Unidos.
C - Aumento do nível de emprego nos Estados Unidos.
D - Forte desvalorização das ações e queda da Bolsa de Valores de Nova Iorque.
__________________________________
c). Como o Brasil foi afetado pela Crise de 1929?
A - O Brasil parou de exportar automóveis e máquinas para os Estados Unidos, trazendo prejuízos para a economia brasileira.
B - Houve uma significativa diminução das exportações de café do Brasil para os Estados Unidos.
C - A economia brasileira entrou em crise, pois todas as multinacionais americanas instaladas no Brasil foram à falência.
D - A Crise de 1929 afetou somente a produção de borracha na região da Amazônia.
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D). Qual o nome do plano econômico criado pelo presidente Roosevelt para acabar com a crise e retomar o crescimento econômico nos EUA?
A - Plano Marshall
B - PAC (Plano de Aceleração do Crescimento)
C - Plano Schlieffen
D - New Deal
__________________________________
e). Qual das alternativas abaixo não está relacionado com o plano elaborado pelo presidente Roosevelt para combater a crise e retomar o crescimento da economia nos Estados Unidos?
A - Empréstimos a juros baixos para Japão, China, Brasil e todos os países da Europa.
B - Controle de preços de produtos.
C - Controle da produção (estoques) de produtos das empresas.
D - Investimentos em infraestrutura (obras públicas).
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Grandes Civilizações - Hebreus, Fenícios e Persas
Os Hebreus
Os hebreus também são chamados de judeus ou israeleitas. Esse povo nos deixou uma grande herança cultural - a religião MONOTEÍSTA - isto é, a crença em um único Deus (jeová ou Iahweh).
A principal fonte de estudo sobre os hebreus é a Bíblia, o Antigo Testamento.
O povo hebreu era composto por pastores nômades que viviam na cidade de Ur, na Mesopotâmia. Lá Abraão recebeu um chamado divino para que abandonasse o politeísmo (isto é, a crença em vários deuses) e conduzisse seu povo até a terra prometida chamada de Canaã, que corresponde a atual Palestina .Eles chegaram a Canaã por volta de 2.000 a. C.
A Palestina era uma pequena faixa de terra, que se estendia pelo vale do rio Jordão. Limitava-se ao norte com a Fenícia, ao sul com as terras de Judá, a leste com o deserto da Arábia e a oeste, com o mar Mediterrâneo.
Governados por patriarcas, os hebreus viveram na palestina durante três séculos.
Os principais patriarcas hebreus, foram Abraão (o primeiro patriarca), Isaac e Jacó (também chamado Israel, daí o nome israelitas).
Permaneceram no Egito, cerca de 400 anos, até serem perseguidos e escravizados pelos faraós.

Liderados então, pelo patriarca Moisés, os hebreus abandonaram o Egito em 1250 a.C., retornando à Palestina. Essa saída em massa dos hebreus do Egito é conhecida como Êxodo.
No período de lutas pela conquista da Palestina, que durou
quase dois séculos, os hebreus foram governados pelos juízes.
Os juízes eram
chefes políticos, militares e religiosos. Embora comandassem os hebreus de
forma enérgica, não tinham uma estrutura administrativa permanente.
Entre os mais
famosos juízes destaca-se Sansão, que ficou conhecido por sua grande força,
conforme relata a Bíblia. Outros juízes importantes foram Gedeão e Samuel.
Os Reis
A seqüência de lutas
e problemas sociais criou a necessidade de um comando militar único. Os hebreus
adotaram então, a monarquia. O objetivo era centralizar o poder nas mãos de um
rei e, assim, ter mais força para enfrentar os povos inimigos, como os
filisteus.
O primeiro rei dos
hebreus foi Saul (1010 a.C.). Depois veio o rei Davi (1006-966 a.C.), conhecido
por ter vencido os filisteus (segundo a Bíblia, ele derrotou o gigante filisteu
Golias). Com a conquista de toda a Palestina, a cidade de Jerusalém tornou-se a
capital política e religiosa dos hebreus.
O sucessor de Davi
foi seu filho Salomão, que terminou a organização da monarquia hebraica e seu
reinado marcou o apogeu do reino hebraico.
Durante o reinado de Salomão (966-926 a.C.), houve um grande
desenvolvimento comercial, foram construídos palácios, fortificações, a
construção do Templo de Jerusalém, criou um poderoso exército, organizou a
administração e o sistema de impostos. Montou uma luxuosa corte, com muitos
funcionários e grandes despesas.
Para poder sustentar
uma corte tão luxuosa, Salomão obrigava o povo hebreu a pagar pesados impostos.
O preço dessa exploração foi o surgimento de revoltas sociais.
Com a
morte de Salomão, essas revoltas provocaram a divisão religiosa e política das
tribos e o fim da monarquia unificada.
Formaram-se dois reinos: ao norte, dez tribos formaram o
reino de Israel, com capital em Samaria e, ao sul, as duas tribos restantes
formaram o reino de Judá, com capital em Jerusalém.
Em 722 a.C., os reinos de Israel foram conquistados pelos
assírios, comandados por Sargão II. Grande parte dos hebreus foi escravizada e
espalhada pelo Império Assírio.
Em 587 a.C., o reino
de Judá foi conquistado pelos babilônios, comandados por Nabucodonosor. Os
babilônios destruíram Jerusalém e aprisionaram os hebreus, levando-os para a
Babilônia. Esse episódio ficou conhecido como o Cativeiro da Babilônia.
Os hebreus
permaneceram presos até 538 a.C., quando o rei persa Ciro II conquistou a
Babilônia, e puderam então à Palestina, que se tornara província do Império
Persa e reconstruíram então o templo de Jerusalém.
A partir dessa época,
os hebreus não mais conseguiram conquistar a autonomia política da Palestina,
que se tornou sucessivamente província dos impérios persa, macedônio e romano.
Durante o domínio
romano na Palestina, o nacionalismo dos hebreus fortaleceu-se, levando-os a se
revoltar contra Roma. No ano 70 da nossa era, o imperador romano Tito, sufocou
uma rebelião hebraica e destruiu o segundo templo de Jerusalém. Os hebreus,
então, dispersaram-se por várias regiões do mundo. Esse episódio ficou
conhecido como Diáspora (Dispersão).
Somente em 1948, os judeus puderam se reunir num Estado
independente, com a determinação da ONU (Organização das Nações Unidas), que
criou o Estado de Israel. Decisão que criou sérios problemas na região do
Oriente Médio, pois com a saída dos judeus da Palestina, no século I, outros
povos, principalmente de origem árabe ocuparam e fixaram-se na região. A
oposição dos árabes à existência do Estado de Israel, tem resultado em
continuados conflitos na região.
Para ajudar a entender toda essa história veja os vídeos abaixo: |
terça-feira, 12 de agosto de 2014
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
A Núbia e o reino de Kush
OS FARAÓS NEGROS
Localização geográfica – Nordeste do Continente Africano, ao sul do Egito, onde atualmente estão o Sudão e o Sudão do Sul.
Nessa região se desenvolveu um grande reino, o reino de Kush, que era considerado um dos lugares mais ricos do mundo pela quantidade de ouro, em seu território, e ainda, ametista, rubi,... e uma civilização tão importante quanto a egípcia.
A História da Núbia é ainda pouco conhecida, devido aos sítios arqueológicos terem sido pouco explorados até hoje mas, sabe-se que os cuxitas mantiveram uma estreita ligação com o Egito. Vendiam ouro, incenso, ébano, óleos, marfim e pedras preciosas, penas de avestruz e peles de leopardo, e compravam do Egito principalmente vasos, pérolas e papiro.
Durante alguns períodos a história dos egípcios e dos cuxitas se misturou porque o Egito conquistou o reino de Kush por um tempo, e depois os cuxitas conquistaram o Egito e fundaram uma dinastia de faraós negros.
A história da Núbia ainda é pouco conhecida, pois os sítios arqueológicos da região quase não foram escavados. Além disso, a escrita meroíta, desenvolvida na Núbia, não foi decifrada por completo.
Os primeiros tempos
Por volta de 2000 a.C., comunidades núbias das margens do Nilo se uniram e passaram a obedecer a um único líder, o rei. Surgia, assim, o Reino de Kush, um dos primeiros reinos negro-africanos.
A história de Kush está estreitamente ligada à do Egito: os arqueólogos encontraram grande número de objetos egípcios (vasos, pérolas e outros) em terras núbias e produtos núbios (marfim, ouro, ébano etc.) em terras egípcias, o que prova o imenso contato comercial entre eles. Sabe-se também que, por volta de 1530 a.C., o Reino de Kush foi conquistado pelo Egito.
Em 730 a.C., no entanto, ocorreu, que durou até 657 a.C. Os faraós negros usavam como símbolo duas serpentes que se erguiam sobre suas frontes para mostrar que reinavam ao mesmo tempo sobre Kush e o Egito. Esses faraós se consideravam sucessores dos faraós egípcios e também ordenaram a construção de pirâmides para lhes servirem de túmulos.
Localizado entre a segunda e a sexta catarata, o reino de Kush se distingue dos demais reinos antigos por duas importantes características: o modo como o rei era eleito e o papel da mulher na política.
Localizado entre a segunda e a sexta catarata, o reino de Kush se distingue dos demais reinos antigos por duas importantes características: o modo como o rei era eleito e o papel da mulher na política.
A escolha do rei
Os cuxitas escolhiam seu rei de um modo peculiar. Inicialmente, os líderes das comunidades votavam nos candidatos que consideravam mais preparados para o cargo de rei. Em seguida, lançavam sementes ao chão para perguntar ao deus da cidade qual dos eleitos devia ser o escolhido. O desenho que as sementes formavam era considerado uma festa que terminavam com a coroação do novo rei. Assim, enquanto no Egito o filho sucedia o pai, em Kush o rei era escolhido dentre os eleitos pelos líderes da comunidade e pela consulta ao deus da cidade.
Candace, a mulher na política
As mulheres ocupavam posições importantes no Reino de Kush. A mãe do rei, por exemplo, recebia o título de senhora de Kush ou candace. Quando seu filho se casava, ela adotava a esposa do filho como sua filha. Assim, influenciava o gorverno, tanto por meio do filho como da nora.
Por vários vezes, a rainha-mãe ocupou, ela própria, o poder político. Entre as candaces que chegaram ao poder encontra-se Amanishaketo (42-12 a.C.). Uma das poucas vezes que a África antiga aparece na história universal é quando se conta que o povo cuxita, comandado por uma mulher, provavelmente Amanishaketo, enfrentou o poderoso Império Romano.
Para alguns historiadores africanos, a marcante participação da mulher no governo ajuda a explicar o fato de o Reino de Kush ter longa vida.
Economia -Mineração, artesanato e comércio
Os cuxitas vendiam para o Egito ouro, incenso, ébano, óleos, marfm, pedra presciosas, penas de avestruz e pele de leopardo. E da terra dos faraós eles compravam, sobretudo, vasos, pérolas e papiro.
A sociedade cuxita
O pouco que se sabe sobre a sociedade cuxita é que a classe dirigente era formada pelo rei e sua família, pelos nobres, que ocupavam altos cargos do funcionalismo, e pelos sacerdotes. Os agricultores e os criadores de gado, que eram pessoas livres, formavam a maioria da população. As camadas intermediárias eram constituídas por artesãos, comerciantes, militares e pequenos funcionários. Havia ainda os prisioneiros de guerra, que trabalhavam como escrevos por algum tempo.
Não se sabe ao certo as razões do declínio de Kush. Provavelmente, os cuxitas perderam para outro povo o controle das rotas comerciais, uma das bases de sustentação de seu poder. O que se pode dizer com certeza é que, nos primeiros séculos da Era Cristã, Kush foi empobrecendo; as perâmides de seus reis foram se tornando menores e mais rústicas, e o números de objetos egípcios encontrados em solo cuxita diminuiu bastante. No ano 330, o reino de Kush foi conquistado por outro reino africano, o de Axum, situado no norte da atual Etiópia.
Nos primeiros tempos de sua história, os núbios viviam da caça, da coleta e da pesca em comunidades espalhadas ao longo do Rio Nilo. Com o tempo, à semelhança dos egípcios, eles aprenderam a represar e distribuir as águas do Nilo, passando, então, a aproveitá-las para a agricultura. Inicialmente, as plantas mais cultivadas pelos núbios foram o trigo, a cevada e o sorgo.
A Religião Cuxita
Os antigos núbios, assim como os egípcios, eram politeístas, isto é,
acreditavam em vários deuses, e praticamente cultuavam as mesmas divindades.
Um mesmo deus podia ter nomes e aparências variadas, conforme a região e o
período histórico. Alguns destes eram representados com formas humanas. Outros
com cabeça de animais e corpo de humanos, ou seja, eram antropomorfos. Era
comum a adoração de animais, dentre eles, podemos citar o gato, o crocodilo, o
carneiro, o leão, o elefante e outros. Vale ressaltar que alguns animais pré-
históricos como as girafas, por exemplo, e outros mais tardios como galo e cavalos
não figuravam no panteão animal divinos dos núbios.
Entre as várias divindades núbias podemos citar:
- Dedun – “Senhor da Núbia”, conhecido como o deus do Sul e fornecedor de
incenso. Muito venerado pelos núbios.
- Amon – O deus sol. O deus supremo, representado ora antropomórfico, usando na
cabeça o modius de altas plumas, ora com cabeça de carneiro.
- Osíris - Era o juiz dos mortos. Deus da morte, mestre da vida e da eternidade.
Herói de muitas lendas.
- Ísis – Deusa querida por todos os núbios, venerada no templo de File. Trazia na
cabeça um disco e uma cornadura de vaca, está sempre associada a Osíris.
- Hórus – Representado com cabeça de falcão e corpo de homem. Filho de Osíris e
Ísis. Deus reinante sobre os vivos.
Upuaut- O deus-cão explorador de assiut a Kuban - Bes- O deus senhor de Punt, assim considerado por trazer a deusa Hathor para o convívio dos núbios.
- Thot- o senhor da cidade de Pnus.
- Apedemeque – representado com corpo de serpente a emergir de uma grande flor, tendo braços e
peito humanos e cabeça de leão. Divindade protetora dos exércitos meroítas. Sua imagem foi perfeitamente gravada em uma pilastra do Templo do Leão construído em fins do séc. I a.C., em
Naga (no atual Sudão).
- Arensnúfis- o deus bem vindo, era adorado em Filas.
Mandúlis- era um deus menino e um deus-filho solar que aparecia sob duas formas: de Mandúlis criança e Mandúlis adulto, os dois tinham a aparência de falcões coloridos.
- Min – Deus protetor dos pesquisadores do ouro
- Sebiumequer – Deus orientador e antropomorfo com a dupla coroa. Divindade guerreira, por vezes, leontocéfala.
- Bastet – Deusa protetora das grávidas. Era representada com corpo de mulher e cabeça de gato. Havia crença de que protegia as pessoas das doenças e dos demônios.
Características do Reino de Kush
Enquanto a capital foi Napata, a principal atividade econômica dos cuxitas era a pecuária: eles criavam cabritos, cabras, cavalos e burros (usados, sobretudo, no transporte de produtos). A riqueza de uma pessoa era medida pelo tamanho de seu rebanho. Em 300 a.C., com a mudança da capital para Méroe, onde as chuvas eram mais regulares, houver aumento da área de terra irrigada e expansão da agricultura. Além de cereais, os cuxitas passaram a cultivar linho, algodão, abóbora e frutas, como tâmara e uva.
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| Ruinas de Méroe |
O solo cuxita era riquíssimo em metais, como o ouro e o ferro, e pedras preciosas, como o rubi. Escavações recentes em Méroe revelaram templos e muros folheados a ouro. O governantes cuxitas exerciam rígido controle sobre a extreção e o comércio de minérios, garantindo com isso seus rendimentos e poder. O ouro cuxita era usado no comércio com o Egito e com Roma. Quando ao ferro, é provável que Méroe tenha sido o lugar a partir do qual se difundiu o conhecimento da fusão e do manuseio desse metal na África.
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| pirâmides de Kush |
texto e imagens adaptados de:http://historiaemfocosl.blogspot.com.br/2011/12/nubia-e-o-reino-de-kush.html
Para saber mais assista aos vídeos abaixo:
O legado do Império Núbio no mundo antigo
O mundo antigo, especialmente a África recebeu muita influência do povo cuxita.
Muitas lendas da África Meridional e Ocidental falam de uma iniciação trazida por homens oriundos do leste, provavelmente, meroítas. Os cuxitas eram habilidosos na metalurgia do ferro, Ainda hoje,
muitos povos africanos continuam derretendo o bronze pelo processo da cera perdida, da mesma forma que era feita no reino de Cuxe.
Arqueólogos localizam ‘centro de ouro’ de antiga civilização no Rio Nilo
Arqueólogos americanos anunciaram ter encontrado um centro de processamento de ouro e um cemitério antigos às margens do rio Nilo, no norte do Sudão.
As descobertas estão relacionadas ao reino de Kush, que se desenvolveu há mais de quatro mil anos e é tido por estudiosos como uma das primeiras civilizações negras da África.
Foram encontradas mais de 55 pedras que, segundo os cientistas, eram usadas para moer minério com ouro, possibilitando a posterior extração do metal.
Para os cientistas, as descobertas, na região conhecida na antiguidade como Núbia, comprova que o império era maior que o imaginado, chegando mesmo a rivalizar com o Egito Antigo.
As novas escavações mostram que o reino de Kush se estendeu por até 1,2 mil quilômetros ao longo do Nilo.
As descobertas foram feitas na região de Hosh el-Geruf, a cerca de 350 quilômetros da capital sudanesa, Cartum, durante um esforço dos pesquisadores para encontrar e salvar relíquias e documentar ruínas de interesse arqueológico.
Por causa da construção de uma represa, no ano que vem Hosh el-Geruf irá desaparecer nas profundezas de um lago de 160 quilômetros de comprimento por 3 quilômetros de largura, forçando cerca de 50 mil moradores da região a deixar suas casas.
Conquista
“A Núbia era conhecida por seus depósitos de ouro”, disse à agência de notícias National Geographic News o arqueólogo Geoff Emberling, do Instituto de Estudos Orientais da Universidade de Chicago.
Segundo ele, os egípcios conquistaram os kush durante o Império Novo no Egito, entre 1539 a.C. e 1075 a.C., levando “centenas, se não milhares, de quilos de ouro a cada ano” em taxas.
“Mesmo hoje, garimpar ouro é uma atividade tradicional nesta área”, acrescentou seu colega, Bruce Williams.
Perto do centro de processamento de ouro, os arqueólogos descobriram cerca de 90 tumbas.
Adaptado de: http://blogvisao.wordpress.com/2007/06/23/arquelogos-localizam-centro-de-ouro-de-antiga-civilizao-no-rio-nilo/
segunda-feira, 14 de julho de 2014
sábado, 12 de julho de 2014
Professora Isabel Aguiar: ERA NAPOLEÔNICA.
Professora Isabel Aguiar: ERA NAPOLEÔNICA.: Música sobre a Era Napoleônica Iniciou Revolução na França/ A Consular depois Napoleão/ Que governou de forma centralizada/ C...
domingo, 29 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Povos Indígenas do Brasil - História feita por alunos
19 de Abril, Dia do Índio. Qual o significado dessa data?
Turmas 61 e 62/2015 Concurso de poemas
Turma 62
Grupo 3 - Campeões
Os Povos Indígenas Os povos Indígenas
Os indígenas tem história Os indígenas são muito legais
são heróis do Brasil eles conseguem ver a onça que
com eles não tem medo, que chega por trás;
não tem luta, mas tem vitória. Na maioria de suas histórias
vemos sempre alguma vitória.
São a tribo a canoa a oca,
eles fazem arco e flecha, Arco e flecha fabricaram milhões,
brinco e colar e sentem e em suas explorações
o sabor da mandioca. sempre encontram alguma coisa
e inventaram remédios com rosas.
Eles tem a força da
tradição brasileira, Aquela longa tradição
do respeito aos animais acabou por conta de uma civilização
da cultura da paz aqueles lindos animais
são uma grande nação. morreram alguns sem paz.
A tribo tem descobrimento Os primeiros habitantes
tem coragem e amizade brasileiros, lutam sem medo
com força e reconhecimento. Eles fizeram longas viagens
e caçadas com coragem.
(Alunos 6º ano turma 61, Larissa, Laura, Kauê e Andressa)
GRUPO 2- VICE-CAMPEÕES
Povos Indígenas, Primeiros Habitantes do Brasil
Meu amigo e meu irmão,
a respeitar os seus direitos
as pessoas não aprenderam
que você tem bom coração.
Por um pedaço de chão
as pessoas aprenderam
a respeitar esse chão.
todos os dias tenho que assistir
sua lenta destruição.
Deixou para nós seus sinais,
desenhos desse mundo muito antigo.
Animais, caçadas, danças, e
misteriosos rituais.
Você índio, é um símbolo de coragem,
por isso faço esse poema
em sua honra e homenagem.
(Alunos 6 Ano, turma 62 - Santiago, Ana Paula e Josieli)
GRUPO 1 - TERCEIRO LUGAR
Mãos para baixo indiozinho,
mãos para baixo indiozinho,
mãos para baixo indiozinho.
Por que tu ta livre
tu tá livre, tu tá livre.
Agora vem os seus diretos!
Tu tem direito de sair
tu tem direito de aprender,
tu tem direito de se divertir
tem direito de curtir de trabalhar!
Mãos para baixo indiozinho,
mãos para baixo indiozinho,
por que tu ta livre tu ta livre
tu tá solto!
(Alunos 6 Ano turma 62 , William, Cristiane e Jardel. Paródia )
TURMA 61
GRUPO 1 - CAMPEÃS
Os Indígenas
Os índios do Brasil!
É coisa que nunca se viu,
trabalham unidos nas suas tribos.
Como caçam?
Como trabalham?
Quem é que sabe explicar?
É só observar!
De todas as cores
de todos os povos
são as culturas
que enfeitam meus olhos!
Povos indígenas,
todos tem sua cultura,
e todos devem respeitar
a sua e a dos outros.
No Brasil há diferenças
de uma e de outra
é comum como os traços físicos,
como as pinturas.
Dezenove de abril, é uma
data por muitos esquecida,
mas muito importante
para o Brasil, pois comemora
a cultura dos primeiros habitantes!
(Alunas: Ana Cristina, Daiane, Tauane, Ana Laura e Sabrine)
GRUPO 3- VICE-CAMPEÕES
ÍndioO índio é lutador
luta por suas terras
pois ao mundo ele pertence,
para a vida não terminar,
viver em felicidade,
com direito de sonhar.
Orgulham-se de ser índios
para assim sua cultura expandir
e de seus direitos não desistir!
A sua natureza enfeita e as pessoas respeita.
gostam de ensinar, são muito inteligentes.
Sobre sua história não mentem!
Eles são tudo isso, eles são índios,
são de confiança, de todos eles tem saudade.
São um povo civilizado,
sua população está pouco a pouco aumentando,
e a sua cultura se preservando.
Eles são guerreiros e simplesmente são índios!
Somos filhos da terra cor de urucum.
Dos sons do igarapê e da força do jatobá.
Das águas do Araguaia, do Tapajós, do Iguaçu.
Somos filhos do sol de Kuaray, da lua de Jaci.
E da chuva que semeia o guaraná, a pitanga e o aipim.
Somos filhos dos mitos.
Do uirapuru e seu canto, do vento e do seu pranto.
Guerreiros, fortes, sábios.
somos Ianomâmis, Guaranis, Xavantes, Caiabis.
E o que somos nunca deixaremos de ser.
(Alunos: Emanuel, Erick e Brayam)
GRUPO 2- TERCEIRO LUGAR
Índio BrasileiroO índio brasileiro tem muitas culturas
e muitos rituais que são sagrados,
e nós o brancos por não compreendermos,
muitas vezes achamos isso engraçado.
A gente chama o índio de bugre,
mas isso é racismo e acabamos sendo rudes.
O índio brasileiro é um de nossos antepassados
este aqui quando o Brasil era lindo e foi descoberto.
Hoje já é um país poluido.
O povo brasileiro infelizmente ainda é racista,
não gosta de índio,
por não conhecer esse povo,
não sabe seu valor.
Mas isso é crime e precisa ser mudado.
devemos ser mais compreensivos,
procurar conhecer e aprender a respeitar
nossa grande diversidade.
(Alunos: Bernardo, William Gabriel, William P., Aguinaldo e Alexandro)
Turmas 61 e 62/2014
íNdios guaranis from viajante2
íNdios ticuna from viajante2
Caros alunos das turmas 61 e 62,não podemos esquecer jamais de citar as fontes de pesquisa no final dos trabalhos, não esqueçam, precisamos melhorar nesses detalhes!!!!
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