Os Hebreus
Os hebreus também são chamados de judeus ou israeleitas. Esse povo nos deixou uma grande herança cultural - a religião MONOTEÍSTA - isto é, a crença em um único Deus (jeová ou Iahweh).
A principal fonte de estudo sobre os hebreus é a Bíblia, o Antigo Testamento.
O povo hebreu era composto por pastores nômades que viviam na cidade de Ur, na Mesopotâmia. Lá Abraão recebeu um chamado divino para que abandonasse o politeísmo (isto é, a crença em vários deuses) e conduzisse seu povo até a terra prometida chamada de Canaã, que corresponde a atual Palestina .Eles chegaram a Canaã por volta de 2.000 a. C.
A Palestina era uma pequena faixa de terra, que se estendia pelo vale do rio Jordão. Limitava-se ao norte com a Fenícia, ao sul com as terras de Judá, a leste com o deserto da Arábia e a oeste, com o mar Mediterrâneo.
Governados por patriarcas, os hebreus viveram na palestina durante três séculos.
Os principais patriarcas hebreus, foram Abraão (o primeiro patriarca), Isaac e Jacó (também chamado Israel, daí o nome israelitas).
Permaneceram no Egito, cerca de 400 anos, até serem perseguidos e escravizados pelos faraós.

Liderados então, pelo patriarca Moisés, os hebreus abandonaram o Egito em 1250 a.C., retornando à Palestina. Essa saída em massa dos hebreus do Egito é conhecida como Êxodo.
No período de lutas pela conquista da Palestina, que durou
quase dois séculos, os hebreus foram governados pelos juízes.
Os juízes eram
chefes políticos, militares e religiosos. Embora comandassem os hebreus de
forma enérgica, não tinham uma estrutura administrativa permanente.
Entre os mais
famosos juízes destaca-se Sansão, que ficou conhecido por sua grande força,
conforme relata a Bíblia. Outros juízes importantes foram Gedeão e Samuel.
Os Reis
A seqüência de lutas
e problemas sociais criou a necessidade de um comando militar único. Os hebreus
adotaram então, a monarquia. O objetivo era centralizar o poder nas mãos de um
rei e, assim, ter mais força para enfrentar os povos inimigos, como os
filisteus.
O primeiro rei dos
hebreus foi Saul (1010 a.C.). Depois veio o rei Davi (1006-966 a.C.), conhecido
por ter vencido os filisteus (segundo a Bíblia, ele derrotou o gigante filisteu
Golias). Com a conquista de toda a Palestina, a cidade de Jerusalém tornou-se a
capital política e religiosa dos hebreus.
O sucessor de Davi
foi seu filho Salomão, que terminou a organização da monarquia hebraica e seu
reinado marcou o apogeu do reino hebraico.
Durante o reinado de Salomão (966-926 a.C.), houve um grande
desenvolvimento comercial, foram construídos palácios, fortificações, a
construção do Templo de Jerusalém, criou um poderoso exército, organizou a
administração e o sistema de impostos. Montou uma luxuosa corte, com muitos
funcionários e grandes despesas.
Para poder sustentar
uma corte tão luxuosa, Salomão obrigava o povo hebreu a pagar pesados impostos.
O preço dessa exploração foi o surgimento de revoltas sociais.
Com a
morte de Salomão, essas revoltas provocaram a divisão religiosa e política das
tribos e o fim da monarquia unificada.
Formaram-se dois reinos: ao norte, dez tribos formaram o
reino de Israel, com capital em Samaria e, ao sul, as duas tribos restantes
formaram o reino de Judá, com capital em Jerusalém.
Em 722 a.C., os reinos de Israel foram conquistados pelos
assírios, comandados por Sargão II. Grande parte dos hebreus foi escravizada e
espalhada pelo Império Assírio.
Em 587 a.C., o reino
de Judá foi conquistado pelos babilônios, comandados por Nabucodonosor. Os
babilônios destruíram Jerusalém e aprisionaram os hebreus, levando-os para a
Babilônia. Esse episódio ficou conhecido como o Cativeiro da Babilônia.
Os hebreus
permaneceram presos até 538 a.C., quando o rei persa Ciro II conquistou a
Babilônia, e puderam então à Palestina, que se tornara província do Império
Persa e reconstruíram então o templo de Jerusalém.
A partir dessa época,
os hebreus não mais conseguiram conquistar a autonomia política da Palestina,
que se tornou sucessivamente província dos impérios persa, macedônio e romano.
Durante o domínio
romano na Palestina, o nacionalismo dos hebreus fortaleceu-se, levando-os a se
revoltar contra Roma. No ano 70 da nossa era, o imperador romano Tito, sufocou
uma rebelião hebraica e destruiu o segundo templo de Jerusalém. Os hebreus,
então, dispersaram-se por várias regiões do mundo. Esse episódio ficou
conhecido como Diáspora (Dispersão).
Somente em 1948, os judeus puderam se reunir num Estado
independente, com a determinação da ONU (Organização das Nações Unidas), que
criou o Estado de Israel. Decisão que criou sérios problemas na região do
Oriente Médio, pois com a saída dos judeus da Palestina, no século I, outros
povos, principalmente de origem árabe ocuparam e fixaram-se na região. A
oposição dos árabes à existência do Estado de Israel, tem resultado em
continuados conflitos na região.
Para ajudar a entender toda essa história veja os vídeos abaixo: |
Os Fenícios
Localização Geográfica: a Fenícia localizava-se onde atualmente é o Líbano e parte da Síria, uma estreita faixa de terra entre o Mar Mediterrâneo e as montanhas do Líbano.
Como as terras férteis eram escassas com um solo muito árido impróprio para a agricultura, os fenícios se dedicaram à navegaçao e ao comércio no Mediterrâneo, transformando-se em grandes navegadores.
O cedro das florestas era uma madeira excelente para a construçao de navios e havia bons portos.
Entre os fatores que favoreceram o sucesso comercial e marítimo da Fenícia, podemos destacar que a região:
Era muito encruzilhada de rotas comerciais, o escoadouro natural das caravanas de comercio que vinham da Ásia em direção ao Mediterrâneo;
Era rica em cedros, que forneciam a valiosa madeira para a construção de navios;
Possuía bons portos naturais em suas principais cidades (Ugarit, Biblos, Sidon e Tiro);
Era muito encruzilhada de rotas comerciais, o escoadouro natural das caravanas de comercio que vinham da Ásia em direção ao Mediterrâneo;
Era rica em cedros, que forneciam a valiosa madeira para a construção de navios;
Possuía bons portos naturais em suas principais cidades (Ugarit, Biblos, Sidon e Tiro);
Tinha praias repletas de um molusco do qual se extraía a púrpura, corante de cor vermelha utilizando para o tingimento de tecidos, muito procurados entre as elites de diversas regiões da Antiguidade.
As cidades-Estados fenícias
Como as áreas férteis que permitiam a ocupação humana eram
muito estreitas e isoladas por montanhas, as cidades fenícias se desenvolveram
de modo independente umas das outras, ao longo da costa ou em ilhas do Mar
Mediterrâneo. As principais cidades foram as portuárias de Biblos, Sídon e
Tiro.
O isolamento geográfico contribuiu para que os fenícios não
formassem um estado unificado. Por isso não existiu um reino ou império, mas
varias Cidades-Estados independentes que rivalizavam entre si e lutavam contra
vizinhos poderosos, como o hititas, os egípcios, os assírios os babilônicos. Cada cidade-Estado tinha seu
próprio rei.
A influência dos fenícios pode ser percebida ainda hoje,
como pelas ruínas de suas cidades na costa do Mar Mediterrâneo, visitada por
milhares de turistas.
Economia
A principal atividade econômica dos fenícios era o comércio. Em razão dos negócios comerciais, os fenícios desenvolveram técnicas de navegação marítima, tornando-se os maiores navegadores de Antiguidade. Desse modo, comerciavam com grande número de povos e em vários lugares do Mediterrâneo, guardando em segredo as rotas marítimas que descobriam.
Considerável parte dos produtos comercializados pelos fenícios provinha de suas oficinas artesanais que se dedicavam à metalurgia (armas de bronze e de ferro, jóias de ouro e de prata, estátuas religiosas) e a fabricação de vidros coloridos, a produção de tintura de tecidos (merecem destaque os tecidos de púrpura), fabricação de joias, etc.
Encontramos colônias fenícias em lugares como Chipre, Sicília, Sardenha e sul da Espanha. No norte da África, os fenícios fundaram a importante colônia de Cartago.
O Alfabeto Fonético - uma criação fenícia
O que levou os fenícios a criarem o alfabeto foi justamente a necessidade de controlar e facilitar o comércio. O alfabeto fenício possuía 22 letras, apenas consoantes, e era, portanto, muito mais simples do que a escrita cuneiforme e a hieroglífica. O alfabeto fenício serviu de base para o alfabeto grego. Este deu origem ao alfabeto latino, que, por sua vez, gerou o alfabeto atualmente utilizado no Brasil.
A religião dos fenícios era politeísta e antropomórfica. Os fenícios conservaram os antigos deuses tradicionais dos povos semitas: as divindades terrestres e celestes, comuns a todos os povos da Ásia antiga.
Cada cidade tinha seu deus, Baal (senhor), associado muitas vezes a uma entidade feminina - Baalit. O Baal de Sidon era Eshmun (deus da saúde). Biblos adorava Adônis (deus da vegetação), cujo culto se associava ao de Ashtart (a caldéia Ihstar; a grega Astartéia), deusa dos bens terrestres, do amor e da primavera, da fecundidade e da alegria. Em Tiro rendia-se culto a Melcart e Tanit.
Para aplacar a ira dos deuses sacrificavam-se animais. E, às vezes, realizavam-se terríveis sacrifícios humanos. Queimavam-se, inclusive, os próprios filhos. Em algumas ocasiões, 200 recém-nascidos foram lançados, ao mesmo tempo, ao fogo - enquanto as mães assistiam, impassíveis, ao sacrifício.
O que levou os fenícios a criarem o alfabeto foi justamente a necessidade de controlar e facilitar o comércio. O alfabeto fenício possuía 22 letras, apenas consoantes, e era, portanto, muito mais simples do que a escrita cuneiforme e a hieroglífica. O alfabeto fenício serviu de base para o alfabeto grego. Este deu origem ao alfabeto latino, que, por sua vez, gerou o alfabeto atualmente utilizado no Brasil.
Os Fenícios e a Religião
A religião dos fenícios era politeísta e antropomórfica. Os fenícios conservaram os antigos deuses tradicionais dos povos semitas: as divindades terrestres e celestes, comuns a todos os povos da Ásia antiga.
Cada cidade tinha seu deus, Baal (senhor), associado muitas vezes a uma entidade feminina - Baalit. O Baal de Sidon era Eshmun (deus da saúde). Biblos adorava Adônis (deus da vegetação), cujo culto se associava ao de Ashtart (a caldéia Ihstar; a grega Astartéia), deusa dos bens terrestres, do amor e da primavera, da fecundidade e da alegria. Em Tiro rendia-se culto a Melcart e Tanit.
Para aplacar a ira dos deuses sacrificavam-se animais. E, às vezes, realizavam-se terríveis sacrifícios humanos. Queimavam-se, inclusive, os próprios filhos. Em algumas ocasiões, 200 recém-nascidos foram lançados, ao mesmo tempo, ao fogo - enquanto as mães assistiam, impassíveis, ao sacrifício.
OS Persas
Os persas viviam onde hoje é o Irã (a Pérsia passou a se chamar Irã em 1935).
Os persas formaram o maior império do Oriente Antigo, unificando vários povos do Crescente Fertil, suas fronteiras se estendiam do Mar Mediterrâneo até o Oceano Índico. Habitavam o planalto do Irã, situado a leste da Mesopotâmia, uma região semi-árida, com montanhas, ricas em minerais, desertos e poucos vales férteis, de clima seco, com grandes oscilações de temperatura.
Origem do Império Persa:
A partir de 2000 a.C. o planalto do Irã foi ocupado por povos formados por pastores e agricultores vindos do sul da atual Rússia, chamados na época de medos e persas.
Os medos fixaram-se ao norte do planalto do Irã, enquanto os persas se estabeleceram na parte sudeste, próxima ao golfo Pérsico.
Os primeiros habitantes desse planalto dedicaram-se ao pastoreio e, nos vales férteis, desenvolveram o cultivo de cereais, frutas e hortaliças.
A região era também rica em recursos minerais, encontrados nas montanhas vizinhas: ferro, cobre, prata etc.
No século VIII a.C., os medos possuíam um reino com exército organizado, que dominava povos iranianos e persas, obrigando-os a pagar impostos.
Em 550 a.C. (séc. VI a.C.), Ciro, do clã persa dos aquemênidas, liderou uma rebelião contra os medos, vitorioso, reuniu sob seu domínio todas as tribos que habitavam o planalto iraniano. A partir daí, começou a formação do Império Persa. Ciro conduziu a Pérsia à expansão, conquistando várias regiões, solucionando o problema do aumento da população e da pequena produção agrícola na região.
Fundador do Império Persa, Ciro, o Grande, após vencer os medos e reunir sob seu domínio todas as tribos que habitavam o planalto iraniano, conquistou os reinos da Lídia e as cidades gregas da Ásia Menor. Em 539 a.C., conquistou a Mesopotâmia. Por sua ordem, nesse mesmo ano, os judeus retornaram à Palestina, terminando assim o cativeiro da Babilônia. Ciro incorporou ao império toda a Mesopotâmia, a Fenícia e a Palestina.
Ciro morreu em combate, em 529 a.C., e foi sucedido pelo filho, Cambises, que com um grande exército conquistou o Egito, em 525 a.C., na batalha de Pelusa. Ao voltar para a Pérsia, Cambises morreu assassinado em uma revolta interna. Foi sucedido por Dario I (521-486 a .C.).
O sistema administrativo persa foi um dos mais eficientes da Antiguidade Oriental. O Império possuía quatro capitais: Susa, Persépolis, Babilônia e Ecbátana.
Os persas formaram o maior império do Oriente Antigo, unificando vários povos do Crescente Fertil, suas fronteiras se estendiam do Mar Mediterrâneo até o Oceano Índico. Habitavam o planalto do Irã, situado a leste da Mesopotâmia, uma região semi-árida, com montanhas, ricas em minerais, desertos e poucos vales férteis, de clima seco, com grandes oscilações de temperatura.
Origem do Império Persa:
A partir de 2000 a.C. o planalto do Irã foi ocupado por povos formados por pastores e agricultores vindos do sul da atual Rússia, chamados na época de medos e persas.
Os medos fixaram-se ao norte do planalto do Irã, enquanto os persas se estabeleceram na parte sudeste, próxima ao golfo Pérsico.
Os primeiros habitantes desse planalto dedicaram-se ao pastoreio e, nos vales férteis, desenvolveram o cultivo de cereais, frutas e hortaliças.
A região era também rica em recursos minerais, encontrados nas montanhas vizinhas: ferro, cobre, prata etc.
No século VIII a.C., os medos possuíam um reino com exército organizado, que dominava povos iranianos e persas, obrigando-os a pagar impostos.
Em 550 a.C. (séc. VI a.C.), Ciro, do clã persa dos aquemênidas, liderou uma rebelião contra os medos, vitorioso, reuniu sob seu domínio todas as tribos que habitavam o planalto iraniano. A partir daí, começou a formação do Império Persa. Ciro conduziu a Pérsia à expansão, conquistando várias regiões, solucionando o problema do aumento da população e da pequena produção agrícola na região.
Fundador do Império Persa, Ciro, o Grande, após vencer os medos e reunir sob seu domínio todas as tribos que habitavam o planalto iraniano, conquistou os reinos da Lídia e as cidades gregas da Ásia Menor. Em 539 a.C., conquistou a Mesopotâmia. Por sua ordem, nesse mesmo ano, os judeus retornaram à Palestina, terminando assim o cativeiro da Babilônia. Ciro incorporou ao império toda a Mesopotâmia, a Fenícia e a Palestina.
Ciro morreu em combate, em 529 a.C., e foi sucedido pelo filho, Cambises, que com um grande exército conquistou o Egito, em 525 a.C., na batalha de Pelusa. Ao voltar para a Pérsia, Cambises morreu assassinado em uma revolta interna. Foi sucedido por Dario I (521-486 a .C.).
Administração:
O sistema administrativo persa foi um dos mais eficientes da Antiguidade Oriental. O Império possuía quatro capitais: Susa, Persépolis, Babilônia e Ecbátana.
Dario I enfrentou diversas rebeliões dos povos dominados. A fim de combater as rebeliões, Dario I dividiu o Império Persa em 20 províncias denominadas Satrápias e nomeou sátrapas, altos funcionários reais, para administrá-las.
Com a intenção de não dar poderes absolutos aos sátrapas, nomeou para cada província um general e um secretário subordinados diretamente ao sátrapa.
O sátrapa era responsável pela arrecadação dos impostos em seu território. Uma parte dos tributos ele usava para manter a administração e o exército, a outra, ele enviava para o rei. Para evitar traições, Dario I, enviava fiscais reais às Satrápias, conhecidos como “os olhos e os ouvidos do rei”, para fiscalizá-los.
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| ATENÇÂO!!! |
Para garantir o controle do império, o rei possuía um poderoso exército e mandou construir uma rede de estradas ligando os grandes centros, que lhe permitiram mandar seus funcionários ou o exército de um extremo ao outro com relativa facilidade. A mais famosa era estrada real, que ia de Susa até Sardes, na Ásia Menor, com uma extensão de 2500 quilômetros.
Ele organizou um eficiente sistema de correios e instituiu uma moeda, o dárico, cunhada em prata ou ouro, para facilitar as atividades comerciais.
Apesar dos conquistadores persas respeitarem os usos e costumes das regiões conquistadas, era constante as rebeliões das populações subjugadas contra a dominação persa. Isto é facilmente explicável: era o excedente econômico, produzido por estas populações, que financiava as grandes construções e a expansão militar persa. Com o aumento das guerras de conquista, aumentavam constantemente os tributos cobrados pela metrópole.
Declínio:
O governo de Dario I não só marcou o apogeu do império (período compreendido entre o final do século VI a.C. e o início do século V a.C), mas também o início de sua decadência. O grande objetivo de Dario I era conquistar a Grécia; mas, em 490 a.C., foi derrotado pelas cidades gregas sob o comando de Atenas.
Xerxes, filho de Dario que o sucedeu no poder, também foi derrotado pelos gregos. Em 330 a.C., o Império Persa caiu sob o domínio de Alexandre, da Macedônia.
Com dificuldades de manutenção do poder interno, a Pérsia enfraqueceu-se, sendo alvo de vários golpes políticos. Alexandre, o Grande, da Macedônia, conquista a Pérsia em 330 a.C.
Religião:
O profeta Zoroastro ou Zaratustra criou uma religião dualista, que afirmava ser o universo dividido entre um deus mau, Arimã; e um deus bom, Ormuz, que lutam até a vitória final do bem. Zoroastro viveu entre 628 e 551 a. C. Seus princípios estão contidos no livro sagrado denominado Zend-Avesta.
Os persas aceitavam a existência de duas divindades opostas, que estavam sempre em luta: Aura-Mazda (o Bem) era o deus da luz e criador das coisas boas da Terra e Arimã (o Mal) era o responsável pelas doenças e pelas desgraças do mundo, sendo o deus das trevas.
O profeta Zoroastro ou Zaratustra criou uma religião dualista, que afirmava ser o universo dividido entre um deus mau, Arimã; e um deus bom, Ormuz, que lutam até a vitória final do bem. Zoroastro viveu entre 628 e 551 a. C. Seus princípios estão contidos no livro sagrado denominado Zend-Avesta.
Os persas aceitavam a existência de duas divindades opostas, que estavam sempre em luta: Aura-Mazda (o Bem) era o deus da luz e criador das coisas boas da Terra e Arimã (o Mal) era o responsável pelas doenças e pelas desgraças do mundo, sendo o deus das trevas.
A vitória final seria de Aura-Mazda, que lançaria Arimã num precipício. Acreditavam também na imortalidade da alma, na ressurreição dos mortos e no juízo final.
Muitas características do zoroastrismo influenciaram outras religiões, como o cristianismo e o judaísmo. Algumas virtudes recomendadas pelo zoroastrismo, como o cumprimento às obrigações de trabalho, obediência aos governantes, criação de muitos filhos e cultivo da terra, serviam também para convencer a camada mais inferior da sociedade persa a não se revoltar contra a situação de exploração a que vivia submetida. Essa concepção religiosa acabou por se transformar em importante fator de controle político e social por parte dos reis e da aristocracia persa.
A grande herança cultural deixada pelos persas foi a religião de carater dualista, a crença no bem e no mal, inferno e paraiso, e no juizo final, diferente de todas as outras existentes no Oriente Próximo
A grande herança cultural deixada pelos persas foi a religião de carater dualista, a crença no bem e no mal, inferno e paraiso, e no juizo final, diferente de todas as outras existentes no Oriente Próximo
Agora que você já conhece um pouco da histpria dos persas veja os vídeos abaixo:
Fenícios, hebreus e persas from Douglas Barraqui
1-Complete as lacunas do texto sobre os fenícios:
Os fenícios ocupavam uma estreita faixa de terra, localizada entre o mar ------------------------------ e as montanhas do atual------------------------ . As altas montanhas e a proximidade do mar levaram os fenícios a desenvolver o ------------------------------------ marítimo, atividade em que esse povo mais se destacou.
Diferentemente dos egípcios, os fenícios não formaram um ----------------------unificado. As cidades fenícias eram -------------------------------------- , ou seja, funcionavam de modo-------------------------------------------- umas das outras, as que mais se destacaram foram----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2-Associe cada letra a um número.
a)Torá. ( )
b)Canaã. ( )
c)Cativeiro da Babilônia. ( )
d)Diáspora. ( )
e)Sinagoga. ( )
1. Lugar onde os judeus se reúnem para orar.
2. Principal fonte de estudo do povo hebreu.
3. Período em que parte dos hebreus permaneceu como prisioneira na Mesopotâmia.
4. A Palestina, que os hebreus consideravam a Terra Prometida.
5. Nome que se dá à dispersão dos judeus por várias partes do Império Romano.
2-A Palestina era a região em que os hebreus se fixaram na antiguidade. Como essa região é chamada hoje?
(a) Iraque ( b) Israel ( c) Síria. ( d) Canaã.
3- Foi o primeiro patriarca dos Hebreus:
(a) Moisés. (b) Davi. (c) Josué. (d) Abraão.
4- Segundo a narrativa bíblica, quem conduziu o povo hebreu do Egito à Terra Santa?
( a) Abraão. (b) Noé. (c) Moisés. (d) Jesus Cristo.
5- Como ficou conhecida historicamente a fuga dos hebreus do Egito?
(a) Hégira .( b) A Grande Migração .( c) Retirada. (d) Êxodo.
- O REINADO DE SALOMÃO
Salomão ou Shlomô (do hebraico: שלמה, significando "paz" ,às vezes chamado Jedidias, em árabe سليمان Sulayman ), de acordo com a Bíblia e a tradição judaico-cristã foi o terceiro rei do Reino de Israel (ainda unificado) e filho de Davi. Comandou a construção do templo de Jerusalém (o Templo de Salomão) e personagem de muitas histórias bíblicas e lendas, teria recebido grande sabedoria, riqueza e poder da parte de Deus.
6- Explique por que o reinado de Salomão (século X a.C.) foi um período de grande desenvolvimento econômico e cultural no Reino Hebraico.
7- Após a morte do rei Salomão ocorreram conflitos entre os hebreus, que até então pertenciam a um mesmo reino. Em 926 a.C., ocorre a divisão do reino hebraico em dois reinos. Sobre esse momento da história dos hebreus, responda:
a) Como ficou conhecida essa separação do reino hebraico?
b) Como foram chamados os dois novos reinos?
c) Quais os povos que invadiram os novos reinos?
d) Por que os hebreus atualmente são conhecidos como povos de cultura judaica?
8- Após o Cisma hebraico, o Reino de Judá foi o único a manter vivas as características da cultura hebraica. Como isso foi possível?
9- Depois do domínio persa, a Terra Prometida foi invadida pelos macedônios e romanos, sendo estes últimos os responsáveis pela Diáspora. O que foi a diáspora e por que os romanos a provocaram?
10- CITE e EXPLIQUE um legado hebreu às sociedades atuais.
11 Explique o que era o dualismo religioso persa.
.
12 - Cruzadinha histórica
Agora teste seus conhecimentos sobre esses povos da antiguidade resolvendo os exercícios a seguir:
1-Complete as lacunas do texto sobre os fenícios:
Os fenícios ocupavam uma estreita faixa de terra, localizada entre o mar ------------------------------ e as montanhas do atual------------------------ . As altas montanhas e a proximidade do mar levaram os fenícios a desenvolver o ------------------------------------ marítimo, atividade em que esse povo mais se destacou.
Diferentemente dos egípcios, os fenícios não formaram um ----------------------unificado. As cidades fenícias eram -------------------------------------- , ou seja, funcionavam de modo-------------------------------------------- umas das outras, as que mais se destacaram foram----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2-Associe cada letra a um número.
a)Torá. ( )
b)Canaã. ( )
c)Cativeiro da Babilônia. ( )
d)Diáspora. ( )
e)Sinagoga. ( )
1. Lugar onde os judeus se reúnem para orar.
2. Principal fonte de estudo do povo hebreu.
3. Período em que parte dos hebreus permaneceu como prisioneira na Mesopotâmia.
4. A Palestina, que os hebreus consideravam a Terra Prometida.
5. Nome que se dá à dispersão dos judeus por várias partes do Império Romano.
2-A Palestina era a região em que os hebreus se fixaram na antiguidade. Como essa região é chamada hoje?
(a) Iraque ( b) Israel ( c) Síria. ( d) Canaã.
3- Foi o primeiro patriarca dos Hebreus:
(a) Moisés. (b) Davi. (c) Josué. (d) Abraão.
4- Segundo a narrativa bíblica, quem conduziu o povo hebreu do Egito à Terra Santa?
( a) Abraão. (b) Noé. (c) Moisés. (d) Jesus Cristo.
5- Como ficou conhecida historicamente a fuga dos hebreus do Egito?
(a) Hégira .( b) A Grande Migração .( c) Retirada. (d) Êxodo.
- O REINADO DE SALOMÃO
Salomão ou Shlomô (do hebraico: שלמה, significando "paz" ,às vezes chamado Jedidias, em árabe سليمان Sulayman ), de acordo com a Bíblia e a tradição judaico-cristã foi o terceiro rei do Reino de Israel (ainda unificado) e filho de Davi. Comandou a construção do templo de Jerusalém (o Templo de Salomão) e personagem de muitas histórias bíblicas e lendas, teria recebido grande sabedoria, riqueza e poder da parte de Deus.
6- Explique por que o reinado de Salomão (século X a.C.) foi um período de grande desenvolvimento econômico e cultural no Reino Hebraico.
7- Após a morte do rei Salomão ocorreram conflitos entre os hebreus, que até então pertenciam a um mesmo reino. Em 926 a.C., ocorre a divisão do reino hebraico em dois reinos. Sobre esse momento da história dos hebreus, responda:
a) Como ficou conhecida essa separação do reino hebraico?
b) Como foram chamados os dois novos reinos?
c) Quais os povos que invadiram os novos reinos?
d) Por que os hebreus atualmente são conhecidos como povos de cultura judaica?
8- Após o Cisma hebraico, o Reino de Judá foi o único a manter vivas as características da cultura hebraica. Como isso foi possível?
9- Depois do domínio persa, a Terra Prometida foi invadida pelos macedônios e romanos, sendo estes últimos os responsáveis pela Diáspora. O que foi a diáspora e por que os romanos a provocaram?
10- CITE e EXPLIQUE um legado hebreu às sociedades atuais.
11 Explique o que era o dualismo religioso persa.
.
12 - Cruzadinha histórica
1 – Eram os chefes da família. Eram os anciãos.
2 – Também conhecida como os Dez Mandamentos.
3 – Episódio lembrado pelos judeus durante a Páscoa e corresponde à fuga dos hebreus do Egito.
4 – Dispersão dos hebreus após a expulsão de Jerusalém.
5 – Rei dos hebreus que construiu o famoso Templo de Jerusalém.
6 – Foi criado pelos fenícios para facilitar a contabilidade e o controle das atividades comerciais.
7 – Corresponde ao atual território da Fenícia.
8 – Corante vermelho usado para tingir tecidos. Era muito valioso e caro.
9 – Eram independentes e governadas por um rei e por uma elite de comerciantes.
10 – Mar que favoreceu o comércio marítimo dos fenícios.
11 – Recebeu de Deus as Tábuas da Lei.
12 – Única parte que restou do Templo de Jerusalém. Local considerado sagrado pelos judeus.
13 – Um dos principais símbolos judaicos.
14 – Principal atividade econômica desenvolvida pelos fenícios desde 1500 a.C.
15 – Um dos produtos comercializados pelos fenícios.
16 – Uma das principais cidades-estados da Fenícia.
Fonte:http://cafecomhistoriaeeducacao.blogspot.com.br/2012/09/cruzadinha-hebreus-e-fenicios.html







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